terça-feira, 15 de março de 2011

Quanto Você Vale?



- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?

O professor, sem olhá-lo, disse:

- Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.

E fazendo uma pausa, falou:

- Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar.

- C...claro, professor, gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor. O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse:

- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.

O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.

Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação e seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos. Entrou na casa e disse:

- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.

- Importante o que disse, meu jovem, contestou sorridente o mestre. - Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.

O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:

- Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.

O jovem, surpreso, exclamou:

- 58 MOEDAS DE OURO!!!

- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas , mas se a venda é urgente...

O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.

- Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:

- Você é como esse anel, meu rapaz; uma jóia valiosa e única e que só pode ser avaliada por pessoas que saibam reconhecer o valor de outras pessoas.

E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.

- Todos somos como esta jóia, valiosos e especiais andamaos pelos mercados da vida sendo avialiados por pessoas erradas que nos fazem perdera a confiança e a crença em nossos próprios talentos.

"Na vida alguém pode escolher entre se deixar levar ou conduzir os próprios passos em direção aquilo em que acredita."

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

100 Anos de perseguição




A mídia e o Corinthians

Como dizia Robespierre, a principal arma do canalha é fazer-se de vítima e atribuir ao rival seus próprios defeitos.

Muitas autoridades, no decorrer da história, se utilizaram dessa técnica para desviar os olhos de seus próprios crimes e vícios.

No futebol, o esporte das multidões, não tem sido diferente.

No Brasil, o Flamengo é o clube com maior número de simpatizantes nominais. Muitos deles torcem para um time local, mas declaram-se flamenguistas nas pesquisas.

O Corinthians, entretanto, como comprova o minucioso estudo do BAV, da Young & Rubicam, é a “marca” mais estimada.

O que nos permite dizer que o Corinthians é não somente o clube com mais torcedores fiéis, mas também é a maior instituição popular do país.

Tem mais tradição que os partidos políticos, é mais estimado que qualquer associação de classe, tem mais apelo que qualquer entidade em qualquer área de expressão da cidadania.

Isso porque o Corinthians não nasceu da vontade de um conde, de um governador, de um grupo de empresários, de um grupo de jovens da oligarquia, de um intelectual.

Ao contrário, nasceu sozinho, obra da natureza, semeado pelo brilhante Cometa Halley.

Nasceu resultado da vontade do povo, dos operários, dos carroceiros, dos imigrantes e migrantes, dos que buscavam ter alguma voz na sociedade.

O Corinthians, e nós corinthianos, conseguimos obter essa inclusão com muito empenho, muita luta e muito sofrimento.

Éramos os outsiders. Os penetras na festa das elites.

Nos primeiros anos, os inimigos e a imprensa quatrocentona tentaram colar rótulos sobre a Nação. Eram denominações que escacaravam o preconceito e tentavam nos diminuir até mesmo como seres humanos.

Éramos o time dos “suados”, dos “sujos”, dos “carroceiros”, dos “anarquistas”, dos “pobres do Bom Retiro”, dos “arruaceiros da Várzea do Carmo”, da “pretalhada”, dos “maloqueiro”, dos “carregadores do Mercadão”.

Ora, mas éramos mesmo, com orgulho, muito do que diziam.

O nosso ethos e os nossos perfumes…

Éramos o time dos suados, pois éramos trabalhadores. Muitos de nós abriram na picareta as ruas da maior cidade do Brasil.

Éramos os sujos, sim, pois tínhamos graxa de máquinas nas mãos.

Éramos carroceiros, sim. Nosso segundo presidente, por exemplo, era dono de um tílburi, um taxi da época, puxado por cavalos.

Éramos anarquistas, sim, graças a Deus. Nosso primeiro presidente, Miguel Bataglia, aprendera sobre essa doutrina política com os militantes sindicalistas da Light.

Éramos, sim, mais pobres. Gente que lutava para sobreviver no bairro que até hoje acolhe os fora.

Éramos os “arruaceiros”, pois o time ganhou logo o reforço dos moços do Botafogo da Rua Paula Souza, cujo time havia sido desfeito pelo tirano delegado de polícia.

Éramos, sim, o time da “pretalhada”, pois os bons irmãos
afro-descendentes logo viram que ali não havia preconceito e
nem desamor.

Éramos “maloqueiro”, sim, como gostava de dizer o corinthiano Adoniran Barbosa, autor de “Saudosa Maloca”. Morávamos onde era possível, nas franjas da cidade, especialmente nos cortiços.

Éramos, sim, os carregadores da comida da cidade. Éramos
gente do Mercadão, dos nordestinos que ofereciam a mão-de-obra braçal ao japoneses bananeiros.

Se isso tudo nos orgulha, é certo que também causa repugnância em muita gente, especialmente nos que tiveram seus palcos chiques invadidos por gente mal vestida e muitas vezes também mal nutrida.

Não à toa que ainda nos chamam de “gambás”, pois tínhamos o cheiro das fábricas da Mooca e do Belém, o cheiro da carne do Mercado Municipal, o cheiro da água sanitária das lavadeiras da Baixada do Glicério.
Não importa que hoje o Corinthians tenha ganho a adesão de
artistas, intelectuais e até de empresários. Muitos deles usuários de perfumes de Paris.

O aroma de nosso ethos é que os desagrada. É de gente. Temos o doce aroma do Brasil de verdade.

Mídia, preconceito e sabotagens informativas

Diariamente, a mídia monopolista brasileira reproduz ainda hoje o preconceito contra tudo que é legitimamente popular.

A imprensa brasileira é controlada basicamente por oito famílias e seus aliados das oligarquias regionais, seus parceiros e retransmissores.

Os grandes jornais são hoje controlados pelos netos e bisnetos dos barões que torciam o nariz para o clube dos operários.

Dos quatrocentões do Estadão aos enriquecidos pela Ditadura, como os Frias da Folha, a visão de mundo é a mesma.

Alguém pode objetar: “ora, mas tem dono de jornal e jornalista corinthiano”.

De fato, existem. Jornalistas, aliás, muitos.

Prevalece, entretanto, na construção do discurso e da
investigação jornalística o ranço do preconceito.

Essa antipatia, por vezes, se converte em raiva, em religião de ódio. É o anti-corinthianismo militante, perigoso e traiçoeiro.

Esse modo de ver e tratar o clube tem até algumas regras
informais…

1) Diminuir todas as conquistas corinthianas. Desvalorizá-las
e satirizá-las.

2) Escarnecer o corinthiano. Tratá-lo como um menor.

3) Duvidar da lisura de qualquer de nossas conquistas.

4) Exagerar ao máximo qualquer falha de arbitragem que, por
ventura, tenha beneficiado o time.

5) Ignorar as infrações que beneficiam os adversários.

6) Criminalizar, desde sempre, a nossa torcida.

7) Superdimensionar qualquer episódios que possa contribuir
para gerar ou alimentar uma crise no clube.

Como funciona…

Vamos analisar objetivamente os itens acima expostos:

1) Diminuir todas as conquistas corinthianas. Desvalorizá-las
e satirizá-las.

É o caso do Mundial da Fifa. A mídia, por meio de seus Miltons Neves da vida, criou a ideia fantasiosa de que o torneio não tem validade.

Isso é repetido diariamente por gente que escreve comentários em blogs, fóruns e outros canais de comunicação.

Não importa que o Corinthians tenha sido incluído por ser
bicampeão do país sede.

Prefere-se qualificar como campeões mundiais os clubes que
venceram o jogo Europa-América do Sul, muitas vezes disputado pelo vice-campeão europeu.

A regra do perfeito canalha midiático é desmerecer a conquista dos outsiders.

2) Escarnecer o corinthiano. Tratá-lo como um inferior.

A estratégia é acuar o corinthiano. Dizer que o clube não tem
conquistas importantes, por exemplo.

Vale fingir que o Paulista não era importantíssimo até 20 anos atrás.

A proposta é dizer que o Corinthians não tem estádio, não
tem CT e que a torcida é composta de estúpidos ignorantes.

3) Duvidar da lisura de qualquer de nossas conquistas.

É o caso de 2.005, quando o Esquema Fernando Carvalho
funcionava para dar ao Inter o título brasileiro que não ganhava (e não ganha) há décadas. A imprensa alimenta a ideia de que o título foi roubado.

O mesmo se diz do título Paulita de 1.977, em que se acusa um falso caso de corrupção do ponte-pretano Rui Rei.

O mesmo se diz da Copa do Brasil de 2.002, em que a imprensa viu um Brasiliense vítima e “superior” ao Corinthians.
O argumento e a leviandade…

4) Exagerar ao máximo qualquer falha de arbitragem que, por
ventura, tenha beneficiado o time.

É o caso do tal pênalti em Tinga, do Internacional.

É o caso da suposta cobrança de falta com bola rolando na
primeira partida da final da Copa do Brasil de 2.009.

Vale ainda inventar situações. E repeti-las à exaustão. Pois como diziam os gênios manipuladores da informação do 3o. Reich, uma mentira dita mil vezes vira uma verdade.

É o caso do pênalti cometido sobre um atleta do Internacional, na partida acima citada. Obra de lábia fantasiosa, repetida aos quatro ventos.

5) Ignorar as infrações que beneficiam os adversários.

A mesma mídia que se esgoelou para cobrar o tal pênalti em
Tinga, foi a mesma que calou diante do pênalti em Acosta, na decisão da Copa do Brasil de 2.008.

Hipocrisia é regra.

6) Criminalizar, desde sempre, a nossa torcida.

É o caso do conflito envolvendo polícia e corinthianos no
Morumbi, no campeonato paulista.

Foi o caso da versão escandalosamente falsa sobre o conflito
que resulto da morte do corinthiano Clayton Souza.

O promotor foi desmascarado por jornalistas sérios, mas nem
assim a grande imprensa resolveu se retratar. Manteve com
cara de pau a versão antiga.

7) Superdimensionar qualquer episódio que possa contribuir
para gerar ou alimentar uma crise no clube.

Aqui, não se absolve ninguém, pois sempre houve irregularidade na administração corinthiana.

O que ocorre, entretanto, é um jornalismo irresponsável,
praticado até mesmo em blogs supostamente pessoais.

Exagera-se.

Acusa-se sem provas.

Promove-se o caos com base em hipóteses e denúncias sem
credibilidade.
*Os queridos da mídia

Para entender como funciona o processo de exaltação dos
queridos da mídia, basta inverter todas essas regras.

É o caso de Internacional e São Paulo, que trabalham diariamente nos bastidores, distribuindo mimos a árbitros, cartolas e, logicamente, jornalistas (imprensaleiros).

Alguns exemplos de comportamento da mídia adestrada:

1) Ninguém se levanta para mostrar os inúmeros erros escandalosos de arbitragem que beneficiaram o Inter em 2.005.

2) Ninguém move um dedo para denunciar a anulação dos dois gols do Nacional, no Beira-Rio, na Libertadores de 2.006.

3) Ninguém reclama da anulação do gol legítimo do Botafogo no Brasileiro de 2.008, em partida contra o São Paulo, no Engenhão.
Aliás, fazem-se todos de surdos e mudos diante dos 10 erros de arbitragem, comprovados por vídeos, que deram o campeonato ao time do Jardim Leonor.

O São Paulo pode ter seu estádio penhorado, mas isso não vira manchete.

No caso da história, ninguém se lembra do que os santinhos do Internacional fizeram com os corinthianos em 1.976.

1) Foguetório a noite toda diante do hotel. Janelas quebradas.

2) Ameaça de envenenamento na comida dos jogadores.

3) Inviabilização do vestiário corinthiano, com uso de inseticidas altamente tóxicos para prejudicar a saúde dos atletas.

4) Anulação de um gol legítimo de Wladimir, quando o jogo ainda tinha o placar de 0 x 0.

5) Empurrão claro sobre o zagueiro Moisés num dos gols do
time da casa.

Nada disso é dito, nada é comentado

Vai Corinthians! E que se foda a midia e o resto dos mediocres do Brasil!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Corinthianismo

Bem o Corinthians pode ser resumido em Amor e Raça.
O Corinthians é o time do povo, o time do trabalhador, o time do batalhador, o time daquele cara que fica o dia inteiro trabalhando pra sustentar a sua familia e ainda arranja um jeito de ir ao estádio, mesmo debaixo de chuva e de reza, pobre ou rico, negro ou branco, me diz quando que você viu um deslocamento de 80.000 pessoas para ir em um jogo de futebol de um estado para o outro? Me diz quando você viu uma torcida crescer mesmo sem ganhar titulos durante 23 anos? Me mostre quando você viu uma torcida praticamente dobrar seu tamanho após seu rebaixamento?

Tentaram explicar esse amor e até hoje não conseguiram. Foram Médicos, Poetas, Cantores, Boêmios, Psicólogos, Psiquiatras e uma infinidade de outras pessoas, que, em vão, procuraram uma forma de definir esse amor. Mas sempre foram tentativas frustradas, por mais que se fossem feitos estudos, teses, simpósios, e um sem número de conversas, sempre foi trabalho debalde.

É o AMOR CORINTHIANO.

Eu sei do que estou falando, pois Graças a Deus, faço parte desta parcela da população mundial, premiada por Deus, para sentir este amor. Bobos os que tentam estudar e explicar esse amor. Não sabem eles, que esse amor não se explica, sente-se.

Ao ver o objeto do nosso amor, a garganta fica seca, o coração bate mais forte, lágrimas rolam pelo rosto, uma onda inexplicável toma todo o nosso corpo e ficamos num estado de transe automático, inabalável...

Maluco, louco, imbecil, idiota, são alguns dos mais singelos apelidos que nos tacham...Galileu Galilei foi considerado louco, Maquiavel era considerado maluco, Albert Einstein tinha um grau de imbecilidade e Issac Newton era constantemente chamado de idiota pelo pai, vizinhos e professores...

Uma derrota nos deixa profundamente desolados com o nosso amor, sentimos como a pior das traições, mas basta uma vitória, para esquecermos de tudo e declarar cada vez mais a nossa paixão, dizermos que ele é lindo, que o amamos, que nunca podemos viver sem ele...

Esse amor que a gente ir ao estádio e declarar esse amor por 90 minutos diretos.. esse amor que nenhum outro torcedor de times rivais conhece, sejamos sinceros, quando alguem falar de Amor estará falando do Corinthians!

Corinthians o meu primeiro e único amor!

domingo, 1 de agosto de 2010

Reflexão sobre Torcidas


O futebol deixou de ser um esporte de paz.

O futebol hoje em dia é motivo para briga, pancadaria e até morte.

O ser humano, mas especificadamente, o torcedor está voltando a ser primata, ele mata o seu “inimigo”. Inimigo que ele jamais viu antes, mas que ele aprende a odiar a partir do instante em que sabe que não torce pelo mesmo time do coração que você. Inimigo aquele que muitas das vezes é quem trabalha de segunda a segunda para poder sustentar sua mãe que está doente, sua filha que pode ter algum tipo de problema, ou apenas trabalha para a sua própria sobrevivência.

É sempre assim, dia de clássico, os sangues estão à flor da pele, torcedores rivais sempre se cruzam antes ou depois de uma partida e começa tudo aquilo que todos nós já sabemos. Eles brigam entre eles como selvagens, e a mãe, a esposa desses mesmos brigões estão em casa naquele exato momento rezando para que dessa vez nada aconteça, e que ele possa chegar bem em casa. Isso quando ele chega em casa...

Quero aproveitar o espaço e dizer, você mata seu pai porque ele torce por um time rival ao seu?!? Você mata seu melhor amigo porque ele torce por um time rival ao seu?!? Você já parou para pensar que hoje você espanca um garoto com a camiseta do Palmeiras, mas amanhã um palmeirense pode espancar seu filho até a morte pelo mesmo motivo no qual há tempos atrás espancou aquele palmeirense?!

O futebol virou motivo para brigas, o que era um programa de família virou um programa de marginais. Eles vão ao estádio com o intuito já de briga. Esses “torcedores” se acham bons porque afinal, estão batendo naquele que o convém, que não ama o mesmo time que você ama.

Sonho para que um dia possamos finalmente ir num clássico e ver um bom jogo, comemorar um vitória ou saber reconhecer o merecimento do adversário.

Não suje a imagem do Poderoso Timão, ame seu clube, mas saiba respeitar a opção do alheio, é só isso que eu peço. Pare para refletir apenas por um momento sobre isso.

“O Corinthians pode ganhar, o Corinthians pode perder, mas acima de qualquer placar, nós, verdadeiros corinthianos estaremos juntos a ele, pois é dele que vivemos, e é com ele que morreremos.”


domingo, 18 de julho de 2010

Uma Palavra Pode Mudar Tudo.



Havia um cego sentado na calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira, escrito com giz branco:

- Por favor, ajude-me, sou cego

Um publicitário, parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz e o giz, e escreveu outro anúncio e foi embora.

Mais tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego. Agora, o seu boné estava cheio de moedas. O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, querendo saber o que havia escrito ali.

O publicitário disse:

- Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras"

Sorriu seguindo seu caminho. O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia:

- Hoje é Primavera em Paris e eu não posso vê-la.



Tudo o que precisamos é de uma mão para segurar, e um coração pra nos entender. (Shakespeare)

domingo, 11 de julho de 2010

Você sabe o que é ser Corinthiano?




"Você sabe o que é dor?

Você sabe o que é amor?

Você sabe o que é chorar?

Você não sabe?

O que é se debruçar no alambrado,
olhar o chão, magoado, molhado, sentido, acabado?

Ver, entre os fios de grama, uma derrota humilhante?

Uma vitória que doa?

Um gol que enlouqueça?

Você não sabe o que é sair de casa enlevado, mesmo na pobreza?

Chegar no estádio debaixo de chuva e de reza?

Esquecer o que deve, esquecer o que sofre, sendo da plebe, sendo da nobreza?

Você não sabe o que é economizar o lanche? Ou a cerveja?

Pra ficar grudado naquele bendido alambrado?

Prevendo mil risos?

E sofrendo a tristeza?

Ver o ídolo que entra na aura da tua religião?

Envolto numa bandeira, carregado pelo teu amor sem precisar pisar no chão?

Você não sabe?

E que é olhar pra cima e ver o estádio tremer?

E olhar pra baixo e ver o piso rachar?

Você não sabe?

O que é lembrar de Neco, ou de Teleco, de Cláudio e Zé Maria? Ou de Wladimir?

O que é lembrar os gols de Baltazar? Ou da cor azul do sangue de Idário, as artes de Luizinho, a raça de Goiano, a elegência de Belangero?

Você sabe, não sabe?

Você sabe o que é se arrepiar, quando toca aquele hino?

Quando de velho, você se torna, de novo, um menino.

Você sabe, não sabe?

O que é sentir a vista marejar, quando aquele grito ecoa pelos céus de todo o mundo…

Sim, você sabe.

Você sabe, porque você sente.

Aquele amor que nunca te mente, que nunca te desmente.

Que nunca te abandona, que nunca se afasta, que nunca se reduz…

Que nunca diminui!

Você sabe, Corinthiano. Só você e ninguém mais.

Porque nada como o Corinthians para arrasar o coração da gente.

E pra por a gente em guerra ou pra por a gente em paz.

Você sabe, não sabe?"

texto de Kadu, Jardim Brasil

"Embora ninguém possa voltar e fazer um novo começo, qualquer um pode recomeçar e fazer um novo fim"

terça-feira, 6 de julho de 2010

Sonhos... Apenas Sonhos.




Parece que o destino prega peças com a gente, parece que vivemos um teatro que as cortinas podem se fechar em qualquer momento, sem aplausos. É essa é a vida, difícil e sofrida de todas as pessoas, a minha não é diferente, sabe quando tu pensa que ta tudo dando certo que nada pode dar errado, que ta tudo indo muito bem, muito bem mesmo. É eu estava em um momento desses a um tempo atrás, mas do nada parece que algumas pessoas não gostaram de ver feliz, e começaram a azarar minha vida, olho gordo? Não sei, não acredito nisso. Mas sabe quando a pessoa vê assim que encontrou a pessoa certa, e que sabe que essa pessoa nunca vai te decepcionar, nunca, é eu estava assim, mas sei lá depois que foi indo, foi indo, até agora não acreditei no que aconteceu, e não sei os motivos reais disso, e pelo jeito nunca vou saber, nunca mesmo, pode parecer bobiça da minha cabeça, mas quando eu sismo com uma coisa ninguém tira isso da minha cabeça quem me conhece sabe. Todo mundo sonha, sonha em ter carros de luxo, casa enormes, um emprego que ganhe milhões, uma mulher linda e perfeita, pra que? Meu sonho é o mais simples, e o mais difícil de ser conquistado, ter uma família, porque uma família?

Porque sei la eu sinto falta disso, por não ter uma completa, sim eu to afirmando isso aqui, sabe o que é tu sonhar em chegar em casa ver a tua mãe e teu pai juntos no sofá vendo televisão esperando tu chegar e perguntar como foi a escola hoje filho? E disso que eu to falando, sinto falta, não posso reclamar da família que eu tenho, mas eu sinto falto da coisa tradicional, ter conhecido meu avô por exemplo, aquele avô que te ensina a soltar pipa, te ensina a fazer uma carretilha, aquele avô que te ajuda a pregar peças no teu irmão, que te ensina a joga pião, que conta histórias sobre sua infância. Sei lá pra algumas pessoas não ligam pras coisas pequenas da vida, mas pra mim a coisa mais importante da vida é a família, eu quero ter uma ser o homem da casa, ser aquele pai que o filho se orgulha em ser igual, que o filho tem orgulho em contar pros amigos, e falar aquele ali? Aquele ali é o meu pai. É bem pra maioria das pessoas, o sonho é ter o carro do ano, o carro tunado, ter uma cobertura na beira mar, ai eu digo tudo isso vai te fazer feliz pra sempre? Não vai te fazer popular perante os falsos amigos, e vai te trazer uma alegria momentânea e falsa. Pra que ter o carro do ano, o apartamento mais cara? Pra atrair mulheres? Sim, sim assim você vai atrair as melhores mulheres com certeza.

Se você é rico finja ser uma pessoa pobre pra ver quantos amigos iram aparecer na sua porta, e você que é pobre finja que ganhou na mega-sena, vai aparecer vários “amigos”.

Mas voltando ao assunto, sonhos, e mais sonhos, pessoas que sonham com bens materiais em primeiro lugar, são pessoas pobres, temos que sonhar sim com a paz mundial, temos que acreditar que ainda existe bondade no mundo, sim temos, porque sem esperança o que fazemos aqui embaixo? O que você faz pra mudar o mundo? O que você faz pra ter uma vida melhor? Vamos em busca da realidade.

Pra ter dinheiro é fácil, basta passar a perna em varias pessoas, ou como você acha que metade desse mundo tem todo esse dinheiro, é dinheiro limpo? Claro que não meu amigo. Por vezes pensamos ai tadinho ele lutou pra ter aquilo, sim alguns lutam mesmo, mas alguns não conseguem dinheiro de forma rápida e fácil, corrupção, mensalão, entre outros métodos.

Voltando mesmo ao assunto, quando a gente pensa que conheceu a pessoa certa, aquela pessoa que tu vai ter orgulho em mostrar pra sua mãe e pai, vai ter orgulho em ter ela do teu lado, quando tu pensa que nada pode dar errado, nada, porque aquilo ali foi construído com o tempo, não foi de uma hora pra outra, foi evoluindo aos poucos, não foi nenhuma loucura, quando tu realmente pensa que vai dar tudo certo, vem o destino e apronta uma com a gente, tirando a pessoa que a gente mais ama de perto da gente, mesmo a gente sabendo que não importa o que essa pessoa faça a gente vai amar ela do mesmo jeito, mesmo ela te magoando, mesmo ela te fazendo sofrer, mesmo ela não tendo coragem de olhar nos teus olhos porque ainda existe alguma coisa entre essas duas pessoas, sim existe, eu tenho certeza disso, só que acho que as pessoas se enganam é normal, as vezes as pessoas pensam que o motivo pra ter algo dado errado foi estar com a outra pessoa, estar junto, constituindo uma coisa que um dia foi um sonho, uma coisa que eu tinha voltado a acreditar, numa coisa que se chama família, que fortaleceu ainda mais o meu amor.


Quando eu penso nessa pessoa eu fico feliz e triste ao mesmo tempo, feliz porque sei que ela existe, sei que ela ta bem, só por ela estar ali já fico feliz. Fico triste por que as vezes ela está tão perto mas parece estar tão longe.